ANÁLISE DA COMPOSIÇÃO CORPORAL E CONSUMO MÁXIMO DE OXIGÊNIO EM FUTEBOLISTAS PROFISSIONAIS

Arthur Tromboni Francischette, Daniel César Rodrigues Rodrigues, Valter Mariano dos Santos Junior

Resumo


De acordo com Daolio (2006) é inegável a influência do futebol na vida nacional, considerado um dos maiores fenômenos culturais brasileiros, esporte que une multidões em dias de jogos importantes, a Copa do Mundo, por exemplo, atingi direta e indiretamente toda a população brasileira.Devido ás variações que ocorrem nas atividades dos jogadores durante um jogo, o nível de solicitação física é de fundamental importância considerando a complexibilidade em funções especificas no futebol (FERNANDES, 2004).A utilização de diferentes substratos energéticos pode variar de acordo com a intensidade e duração dos movimentos realizados entre o período ativo (trabalho) e passivo (recuperação). Além do componente anaeróbio representado por estímulos em sprints de alta intensidade entre 75 a 100% da velocidade máxima (AOKI, 2002).Segundo Barbanti (1948) a aptidão física relacionada às habilidades esportivas pode ser entendida como capacidade de executar tarefas com vigor e vitalidade, resistindo a um stress sem fadiga excessiva, realizando esforços físicos exigentes e inesperados. O presente estudo visa apresentar as características gerais de atletas de futebol de campo que atual em equipes profissionais. Quanto aos objetivos, a pesquisa visará apresentar a influência do futebol no Brasil e bases conceituais referentes a capacidade cardiorrespiratória onde serão levantadas informações quanto a potência aeróbia, consumo máximo de oxigênio, perfil fisiológico e avaliar se as características destes são similares a de outras equipes. A amostra desse estudo foi constituída por 25 atletas profissionais de futebol do sexo masculino da cidade de Votuporanga/SP. Todos indivíduos foram submetidos ao teste de campo ¿Yo-yo endurence test level 2¿ para avaliar o consumo máximo de oxigênio. Para a composição corporal foi utilizado o IMC para avaliação, já o percentual de gordura foi realizado por meio de adipômetro aonde coletou-se quatro dobras cutâneas. Para o cálculo do resultado do foi utilizado o protocolo de Faulkner (1968).No geral o grupo apresentou uma média de 25,9¿3,1 anos de idade, estatura de 179,7¿6,1 cm, peso corporal de 77,4¿8,5 kg, percentual de gordura de 11,4¿0,9 %, índice de massa corporal de 23,9¿1,1 quilogramas por metro quadrado e consumo máximo de oxigênio de 55,0¿2,4 mililitros de oxigênio por quilograma por minuto.De acordo com os resultados obtidos pode-se concluir que os atletas avaliados apresentam características fisiológicas satisfatórias para a performance desportiva esperada destes indivíduos, sendo capazes de alcançar os objetivos individuais e coletivos, em relação ao seu desempenho em campo durante a partida e colaboração tática para harmonia da equipe, não obtendo muitas diferenças em comparação com outras equipes pesquisadas.

Palavras-chave: Consumo maximo de oxigênio. Futebol. Atleta.

 

REFERÊNCIAS:

 

AOKI, Marcelo Saldanha. Fisiologia, treinamento e nutrição aplicados ao futebol. 1ª Ed. Jundiaí, SP. Fontoura, 2002. p.158.

 

BARBANTI, Valdir José. Aptidão Física: um convite à saúde.1.ed. São Paulo. Manole, 1990. 146 p.

 

DAOLIO, Jocimar. Cultura: Educação física e futebol. 3.ed. Campinas, São Paulo. Unicamp, 2006. 150 p.

 

FERNANDES, José Luiz. Futebol: da ¿escolinha¿ de futebol ao futebol profissional. 1.ed. São Paulo. EPU, 2004. 102 p.


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