ESTUDO QUANTITATIVO REFERENTE À HIGIENE EM CRIANÇAS DE 8 A 9 ANOS DE IDADE EM ESCOLA MUNICIPAL DE VOTUPORANGA-SP

Giovana Justo Fortunato, Lauane Carolina Maciel Fernades, Natália Mendonça Costa, Victor Santos Reksodihardjo, Uderlei Doniseti Silveira Covizzi

Resumo


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde é o completo estado de bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença. Em relação a esta definição é importante reconhecer as necessidades de saúde das crianças, que são influenciadas por condições sociais, históricas, econômicas e ambientais nas quais o indivíduo se encontra.  Dentre estas influências a higiene é fundamental para a prevenção e o controle de doenças que possui enfoque de nível individual e populacional.  À luz dos princípios da epidemiologia é importante distinguir os enfoques estratégicos básicos para a prevenção e o controle de doenças. O objetivo desse estudo foi de contribuir na melhora das práticas de higiene dos 22 alunos de 8 a 9 anos de idade matriculados em uma escola municipal de Votuporanga-SP, visando prevenir doenças como pediculose e contaminação por enteroparasitas de ciclo oral-fecal. Nessa perspectiva o estudo em questão é de caráter quantitativo descritivo e foi realizado por meio de pré-teste, atividades lúdicas e pós-teste. Estes testes foram aplicados por meio de questionário com o intuito de avaliar conhecimentos prévios e conhecimentos adquiridos após a intervenção. As atividades lúdicas foram realizadas por meio de jogos de tabuleiro, os quais continham ¿dicas de saúde¿ e perguntas de ¿verdadeiro ou falso¿ sobre higiene, além da prática do ensino da higienização das mãos. O resultado obtido demonstra uma melhora da prática dos hábitos de higiene de acordo com o aumento do percentil de acertos e diminuição de erros dos testes. Em termos de porcentagem, o pré-teste contou com 72,33% de acertos evoluindo para 74,84% no pós-teste, demonstrando uma pequena melhora na informatização. Em outra perspectiva os erros no pré-teste totalizaram 31,55%, reduzindo para 30,43%. Em suma, observa-se que os participantes obtiveram, de início, um bom desempenho geral o qual evoluiu com a intervenção.

Palavras-chave: Exercício físico. Alunos. Saúde.

 

REFERÊNCIA:

 

FONSECA, F. F. et al. As vulnerabilidades na infância e adolescência e as políticas públicas

brasileiras de intervenção. Revista Paulista de Pediatria. 2013; 31 (2): 258-64. Disponível em

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FREITAS, D.A. et al. Educação em Saúde por meio do uso de um jogo educativo para

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Acessado em 16/10/2017.

 

ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE.  Módulo de Princípios de Epidemiologia para o Controle de Enfermidades (MOPECE): controle de saúde na população. Brasília: 2010

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