IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS DIABÉTICOS DA POPULAÇÃO DA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA - DR. MARTINIANO SALGADO - VOTUPORANGA/SP

Gabriela Lima Garcia, Deise Cristina Vasques Cardoso Seba, Natalia Donato Bertini, Adaléia Regina Pontes Sant`Ana Vazarin

Resumo


O diabetes mellitus (DM) é uma Doença Crônica Não Transmissível (DCNT) que possui uma morbidade e mortalidade altas, principalmente entre pessoas com mais de 60 anos de idade. Entre as DCNTs estão as doenças cardiovasculares, obesidade e diabetes, que são relacionadas com ausência de atividade física e maus hábitos alimentares (ALMEIDA et al, 2014). Aproximadamente 5,2% da população do Brasil possui diabetes mellitus, porém, metade das pessoas desconhece serem portadores da doença (LEITE, MARTINS e NOVAIS, 2010). Ainda, segundo os mesmos autores, o DM corresponde a aproximadamente 5% dos óbitos mundiais e estima-se que para a próxima década esta porcentagem aumente em 50%. A DM é uma patologia que compromete o metabolismo da glicose no organismo. De acordo com Leite, Martins e Novais (2010) existem dois tipos de diabetes: o tipo 1 e o tipo 2; sendo que o tipo 1 ocorre quando não há produção de insulina, pode se desenvolver até os 30 anos de idade, atingindo principalmente crianças e adolescentes, equivale a aproximadamente 10% dos casos. No diabetes tipo 2 a insulina é insuficiente ou mal aproveitada, é causada devido resistência a insulina e  indivíduo que apresenta obesidade, geralmente em pessoas acima de 40 anos de idade. A DM tem aumentado a mortalidade devido ao seu alto risco de desenvolver complicações como hipoglicemia, cetoacidose diabética, retinopatia e nefropatia (PASQUALOTO, ALBERTON e FRIGERI, 2012). Entre os fatores de risco para diabetes mellitus estão: idade, sobrepeso, antecedente familiar de diabetes, hipertensão arterial, diagnóstico prévio de síndrome do ovário policístico, doença cardiovascular.

Palavras-chave: Diabettes mellitus. Classificação. Complicações. Prevalência e incidência.

 

 

 

REFERÊNCIAS:

 

ALMEIDA, M.C. et al. Conhecimento de usuários sobre complicações crônicas do diabetes mellitus. Revista de enfermagem UFPE online. Recife, 8 (supl. 1) p. 2237-2242, 2014. Disponível em: <http://www.repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/8523/1/2014_art_erholanda.pdf.> Acesso em 02 abr 2017.

 

BRASIL. Portaria nº 1.631, de 1º de outubro de 2015. Aprova critérios e parâmetros para o planejamento e programação de ações e serviços de saúde no âmbito do SUS. Diário Oficial da União, nº 189, p. 38, 2015. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2015/prt1631_01_10_2015.html>. Acesso em 14 jun 2017.

 

GERHARDT, T. E; SILVEIRA, D. T. Métodos de pesquisa. Universidade Aberta do Brasil. Curso de graduação Tecnológica. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009.

 

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar métodos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2010.

 

LEITE, F.; MARTINS, C.; NOVAIS, M. Tendências do Diabete Melito. Instituto de Estudos de Saúde Suplementar, 2010. Disponível em: < http://docplayer.com.br/3691778-Tendencias-do-diabete-melito.html>. Acesso em 05 jul 2017.

 

MORESI, Eduardo (org.). Metodologia da pesquisa. Universidade Católica de Brasília. Programa de Pós-Graduação Stricto sensu em Gestão do conhecimento e tecnologia da informação. Brasília, 2003.

 

PASQUALOTTO, K.R; ALBERTON, D.; FRIGERI, H.R. Diabetes mellitus e Complicações. Journal of Biotechnology and Biodiversity, v. 3, n. 4, p. 134-145, 2012. Disponível em:

<https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/JBB/article/download/385/267> . Acesso em 01 ago 2017.


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