FATORES IMPACTANTES NO DIMENSIONAMENTO DO ARRANJO FÍSICO PRODUTIVO

Alice Baraviera, Diego Felipe Gimenez, Nathalia Gomes Manzano, Sileno Marcos Araújo Ortin

Resumo


O propósito do trabalho é de apresentar o que é o arranjo físico de uma empresa, os benefícios ocasionados por um dimensionamento adequado referente a necessidade de cada organização, evidenciar os problemas gerados por um mal dimensionamento, os objetivos que desejam ser alcançados com o planejamento de sua estrutura, os fatores que inferem na decisão, bem como aqueles que tornam necessário uma reavaliação do arranjo. O arranjo físico representa a forma segundo a qual se encontram dispostos fisicamente os recursos que ocupam espaço dentro da instalação de uma operação. A finalidade principal desse arranjo é fazer uma boa utilização do espaço físico disponível, reduzindo ao mínimo as movimentações de materiais, produtos e pessoas, obtendo assim o fluxo coerente de fabricação, oferecendo melhores condições de trabalho, evitando investimentos desnecessários, facilitando manutenção, possibilitando melhoria na supervisão e obtendo maiores indicadores de qualidade, fatores estes que podem ser alcançados através de um dimensionamento que esteja dentro de um nível adequado de conformidade da estrutura de disposição dos recursos. O trabalho também mostra, em contrapartida, os fatores ocasionados por um mal dimensionamento da estrutura, como por exemplo, fluxos desorganizados de produção, grandes distâncias que os recursos devem percorrer de um local a outro, bem como a perda de tempo gerada em virtude da demora das movimentações internas. Dentro de uma empresa também devem ser analisados alguns indicadores que mostram que deve ser feito um rearranjo do espaço observando, por exemplo, a necessidade de redução ou expansão da área de instalação, a mudança de sequências de produção, mudança da estratégia competitiva da organização, entre outros. No trabalho também foi descrito os principais elementos que devem ser considerados ao realizar um arranjo físico, que são: trânsito de pessoas dentro da linha de produção, trânsito de matéria prima e produto final, reserva de áreas levando em conta possíveis alterações e melhorias no layout, custo de implantação e retorno e rentabilidade de mercado. Após o desenvolvimento do trabalho foi possível concluir que os esforços desenvolvidos para aperfeiçoar a produtividade e reduzir custos dentro de uma empresa, se tornam cada vez mais desafiadores e necessários, exigindo que as empresas encontrem recursos internos de melhorias. Diante a esse conceito, é necessário o foco nos estudos relacionados ao posicionamento físico dos recursos transformadores, pois são essenciais na redução e otimização dos processos mediante ao ambiente industrial.

Palavras-chave: Arranjo físico. Dimensionamento. Reavaliação.

 

REFERÊNCIAS:

 

CORRÊA, Henrique L., CORRÊA Carlos A.. Administração de produção e operações: uma abordagem estratégica. São Paulo: Atlas, 2016.

 

KRAJEWSKI, Lee J., RITZMAN, Larry P., MALHOTRA, Manor.  Administração de Produção e operações. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.

 

MARTINS, Petrônio G., LAUGENI, Fernando P.. Administração da Produção. São Paulo: Saraiva, 2010.

 

PARANHOS FILHO, Moacyr. Gestão da produção industrial. Curitiba: Intersaberes, 2012.


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