O IMPACTO DA MUDANÇA DE HÁBITOS DE VIDA NO DECORRER DA DOENÇA DE ALZHEIMER

Kayo Mendes de OLIVEIRA, Evaldo Gomes Ferreira FILHO, Marina Amorim Batista de VASCONCELOS, Beatriz Zambom Villas BOAS, Vera Lúcia Dorigão GUIMARÃES

Resumo


Devido a crescente prevalência de doenças demenciais no mundo contemporâneo, estudos procuram medidas que possam retardar e até conter a incidência destas atualmente. Entre elas, a Doença de Alzheimer (DA) sendo a mais comum é caracterizada por uma degeneração neuronal progressiva e irreversível, levando a deficiências cognitivas e limitações de atividades diárias. Dentre as medidas que visam retardar e reduzir a incidência do Alzheimer, as mudanças no estilo de vida se mostraram de grande importância, sendo que as atividades que estimulam a cognição como leitura de jornais e livros, assistir TV, jogar cartas, fazer palavras cruzadas e tocar instrumento musical foram associadas com a redução de risco para DA após quatro anos de seguimento, visto que, como já comprovado, os fatores ambientais e a história familiar positiva também podem influenciar no curso da doença. Do que é proposto, o exercício físico foi selecionado entre as cinco práticas de maior importância no que tange esse aspecto, evidenciando um menor declínio cognitivo associado a redução da incidência e/ ou prevalência dessa doença. A fim de comprovar a eficácia da mudança do estilo de vida no curso da doença, propõe-se a aplicação de testes, tais como o Mini Exame do Estado Mental (MEEM) para, primeiramente, avaliar o estado dos pacientes e numa segunda ocasião, iniciar a inclusão de atividades físicas diárias num grupo previamente selecionado. Desta forma será possível comprovar, num estudo, mesmo que pequeno, o real impacto da mudança dos hábitos de vida nesses indivíduos.


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