DIÁLOGOS COM O MEC - Inteligência Artificial e Educação Superior: entre inovação, humanismo e regulação
Resumo
A incorporação da Inteligência Artificial (IA) na educação superior exige um equilíbrio fundamental entre avanço tecnológico e princípios humanistas. Seguindo as diretrizes do Ministério da Educação (MEC) e o parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE), a IA deve ser compreendida como um recurso pedagógico complementar, pautado pela ética, transparência e desenvolvimento da autonomia discente.
Nesse cenário, a preservação da integridade acadêmica impõe uma revisão necessária das práticas avaliativas. É essencial valorizar metodologias que privilegiem o protagonismo do estudante e o pensamento crítico, evitando que ferramentas automatizadas comprometam a autoria intelectual. Na Unifev, o Núcleo de Apoio e Desenvolvimento Docente (Nadd) assume o papel estratégico de orientar a formação continuada, capacitando os docentes para integrar a IA de forma crítica e ética em suas práticas pedagógicas.
O uso dessas ferramentas é favorável desde que orientadas pela responsabilidade e pelo compromisso com a formação integral dos estudantes. Ao alinhar a inovação às Diretrizes Curriculares Nacionais, buscamos assegurar que a tecnologia potencialize o ensino sem prescindir da reflexão humana e da qualidade acadêmica. Esta abordagem garante que nossa Instituição permaneça na vanguarda educacional, promovendo uma inclusão digital consciente e produtiva.